
De repente, a história é aquela que sempre foi e encontro-me a pensar no que será que vem depois. De repente, eu não imagino o mundo sem eles e a ideia faz-me tremer o coração. De repente, estamos mais perto do fim que do princípio, quando ainda agora o nosso ponto era um começo. De repente, vê-se ao longe uma despedida, daquelas que são para sempre... para sempre porque as visitas são boas, mas anunciam que eles crescem, e se bem que o orgulho de ter participado nisso seja grande, se bem que a essência seja a mesma, estávamos melhores antes de tudo isso começar a acontecer: ali, naquele ponto em que estamos a trabalhar para o futuro e, secretamente, não queremos que ele chegue.
Do fundo do coração, mas desde o início e não de repente, eu adoro-os!