quinta-feira, 19 de agosto de 2010

No país do pôr-do-sol

Aquela sensação ao pôr-do-sol? Quando a quietude se instala na alma e o mundo pára porque estamos bem. Bem. Sentimo-nos felizes-porque-sim. E a vontade de prolongar todas aquelas emoções é toda quanta possuímos.

***
Eu estive no país do pôr-do-sol... onde a alma está calma e nós estamos bem e felizes. E a vontade de não deixar acabar é grande demais. Onde há gnomos com o dom de abraços inigualáveis e de um bom humor contagiante. Gnomos que se encaixam dentro do nosso coração, que se embrenham na nossa teia de amizades e que querem que façamos parte da sua história. Gnomos que se aninham no nosso colo e nos deixam com todo o mimo que conseguem dar...


Estive no país do pôr-do-sol... onde fui feliz, onde sorri e vi sorrir. Um país que nos envolve, que nos prende e de onde é sempre difícil sair.


Estive no país do pôr-do-sol... e saí de lá com ele nas minhas costas. Quentinho. Pensei que nem sempre é fácil ter retrovisores: uma imagem que pede uma volta de 360 graus a cada rotunda; os olhos embaciados.


Estive no país do pôr-do-sol e trago-o no meu retrovisor, bem guardado. Não trago os gnomos porque não posso, mas trago tudo quanto me deram durante os 4 dias. Basta olhar para trás.


E tudo o que é bom tem mesmo de acabar SEMPRE, não é?


Mas não é PARA SEMPRE...
...porque, afinal, no país do pôr-do-sol,
o sol NUNCA se põe. OBRIGADA!