
Queria escrever que não sei; que a lucidez permanece desde há meses e que... Talvez. Talvez não.
Já percebo as frases que incentivam a reviravoltas sem medo, à consciência do "nada a perder", do "bora lá" e do "quem não arrisca não petisca". Talvez não seja tão difícil como parece. Talvez as teorias daquelas frases que por aí andam sejam concretizáves. Talvez. Talvez não.
E se o que se vê já chega e o que se sente chama? Chama... chama quentinha de uma vela que nunca apagou. Apagou... apagão... que houve quando a lucidez chegou. Chegou, ficou, mudou, ensinou. Ensinou... do ensino que a lucidez fez... com a vela e com a vida. Vida passada, com presente subtil e futuro presente. Presente... presente de prenda que eu agora quero muito. Muito... muito pouco esperei eu por isto. Isto... isto e aquilo, uma balança, dois pratos e um mostrador óbvio.
Ah, a lucidez... Será possível? Talvez, Talvez não.