
Sim aos regressos aos lugares onde fomos felizes. Sim ao crepitar das memórias a cada cantinho, à explosão de déjà-vu, visões, flashbacks... aos sentimentos e emoções encerrados no cimento do chão, nas cores das tintas que cobrem as paredes, nos trajectos entre cada dois pontos, nos horários, no som da campainha, nos cheiros que formam sequências de memórias que vão daqui a muito longe daqui, bem lá para trás. Sim a uma atmosfera de magia infinita e sim às páginas de um álbum bem cuidado, de 15 anos de felicidade pura e simples.
Devemos, sim, ir até onde fomos felizes, para nos sentirmos satisfeitos e saciados pelo que a vida, até então, nos deu.
Devemos, sim, voltar para reavivar memórias e para sentir saudades...
...das que não fazem (muito) mal.