
Era uma vez uma pulga pequenina e irrequieta. Daquelas que não param de saltar. Saltou, certo dia, tão alto, que se viu no colo de alguém muito maior que ela. Mas não é cá dessas grandezas físicas, mas tão somente grandezas de coração... aqueles corações bem grandes que até nos custa acreditar que cabem dentro de alguém. Há poucos, e encontrá-los é difícil. Tantas e tantas vezes são eles que nos encontram a nós. E depois chamam-nos baixinho, só com um sorriso. Um sorriso grande, assim como o coração... Vem repleto de magia e de vontade de nos juntar às suas histórias e aos seus dias.
Há por aí gente tão pequenina...
Há por aí gente tão grande....
E há por aí tanta soma de grandes e pequenos, que resulta em amizades sentidas.
Gosto de ser pequenina...
e gosto da minha face "pulga".