
Não há-de ser difícil virar a página??
Lembro-me do começo e, depois, do que construímos juntos. Recordo, com um carinho especial, o primeiro mimo de cada um - aquele sorriso, aquele abraço, aqueles beijinhos. Recordo aquela magia que ainda tem a capacidade de apertar o coração, com a saudade que o tempo não vai apagar.
E, no outro dia, lá estava eu. Deliciada com o convite, deliciada com o facto de aparecer de surpresa, e depois deliciada com os mimos que são só nossos. O dia foi longo, e ainda bem: não o teria trocado!
Os "grandes" vão alimentando esta espécie de sensação de irmã mais velha: fazem crescer, desmedidamente, a importância destes momentos e fazem avisos de convocatórias para momentos futuros. Ainda bem que perceberam que os "pequenos" são... diferentes! E que isso também me deixou diferente. Acho que estas coisas ficam assim para sempre.
Não me imaginaria a fazer outra coisa na vida. É demasiado gratificante e preenche, indiscutivelmente, preenche!
ADORO... os "pequenos" que "aquecem", os "grandes" que engrandecem... e os "minúsculos" (os de verde, os de quadrados azuis, a de azul claro e o de encarnado), que cedo me conquistaram, oferecendo mimo e reclamando o seu!